segunda-feira, 11 de setembro de 2017

GEOGRAFIA: David Harvey - Jaime Tadeu Oliva




O professor de antropologia e geografia David Harvey, da Universidade de Nova York, é o entrevistado do Espaço Público desta semana. Britânico, Harvey é hoje um dos maiores teóricos e críticos sobre como as cidades são construídas e sustentadas. O Espaço Público aproveita sua passagem pelo Brasil, para o lançamento do livro “Para entender O Capital: Livros II e III” e também de uma série de palestras, para conversar com o professor sobre questões atuais, como mobilizações sociais, qualidade de vida das pessoas nas cidades, conflitos políticos com as ocupações de prédios e casas vazios, entre outros assuntos.

 


São Paulo: é possível harmonizar a cidade do pedestre e a cidade do autómovel?
Como funciona a relação entre o cidadão, o automóvel, as instituições e o espaço urbano? Nessa edição do Urban View receberemos o geógrafo Jaime Tadeu Oliva, que vai falar sobre o urbanismo e seus desdobramentos.
Veja também nesta edição: - Como funciona a relação entre o cidadão, o espaço urbano e o carro? - A urbanidade é uma forma de medir a qualidade de vida nas cidades?
Jaime Tadeu Oliva é doutor em geografia, professor e pesquisador do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo.
- Como o urbanismo pode ajudar no combate à violência?


REFERÊNCIAS:
https://www.youtube.com/watch?v=9f77t7SiHps
https://www.youtube.com/watch?v=g6k4FcAvPyw



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

EVOLUÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL

Evolução territorial do Brasil


1534

O Brasil era dividido em 15 capitanias hereditárias, a saber (do norte para o sul): Maranhão 1ª seção, Maranhão 2ª seção, Ceará, Rio Grande, Itamaracá, Pernambuco, Baía de Todos os Santos, Ilhéus, Porto Seguro, Espírito Santo, São Tomé, São Vicente 1ª seção, Santo Amaro, São Vicente 2ª seção e Santana. O limite superior do Brasil era a Ilha de Marajó (PA) e o limite inferior era onde hoje está situada a cidade de Laguna (SC)




1572
Depois do fracasso das capitanias hereditárias, o Brasil foi divido em dois grandes estados.

1709
O Brasil experimenta grande avanço territorial para o oeste, e sofre significativas modificações no seu mapa político. Temos o estado de São Paulo no máximo de seu território.

1789
O estado de São Paulo é subdivido e dá origem aos estados de Mato Grosso, Goyaz e Minas Gerais. Este é o cenário em que eclode a Inconfidência em Minas que, nesta época, ainda não tinha o "nariz", também conhecido como Triângulo Mineiro. No sul, o Brasil retrocede na região do Contestado, mas avança até o Rio Uruguai, começando a delinear o que hoje conhecemos como Rio Grande do Sul.

1822
Época das Províncias Imperiais. O Maranhão é dividido e dá origem ao Piauí. Pernambuco é subdividido e dá origem ao Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. O Rio Grande do Sul também é dividido, e surge Santa Catarina. O Império avança ao sul, até o Rio da Prata, e anexa a Cisplatina, hoje Uruguai.

                

1889
É o início da República. O estado do Grão-Pará é dividido e dá origem aos novos estados do Amazonas e do Pará. Uma porção a nordeste do estado da Bahia é desmembrada e dá origem ao Sergipe. Por outro lado, a Bahia tem anexada a seu território toda a porção de Pernambuco que fica a oeste do rio São Francisco. O estado São Paulo é subdivido e dá origem ao Paraná. A região da Cisplatina é desanexada, a cidade do Rio de Janeiro é transformada em Distrito Federal e, somente 100 anos depois da Inconfidência mineira, o Triângulo Mineiro passa a fazer parte do então estado de Minas Gerais. O estado de Goyaz vira Goiás, escrito da forma como hoje conhecemos.

1943
Últimos anos do Governo Vargas, época dos territórios de fronteira. O Acre já faz parte do mapa político brasileiro. O Amazonas extende-se para oeste do rio Negro, é subdividido, e dá origem ao território de Rio Branco. O Pará é subdividido e dá origem ao território do Amapá. O Mato Grosso é subdividido e dá origem aos territórios de Guaporé, a noroeste, e Ponta-Porã ao sul. A região do Contestado, hoje oeste de Santa Catarina, é reanexada e, junto com o oeste do Paraná e o extremo sul do Mato Grosso, dá origem ao território do Iguaçú. O arquipélago de Fernando de Noronha também se transforma em território.

1990
O Brasil como conhecemos hoje. A Constituição Federal de 1988 transformou alguns territórios de fronteira em estados e anexou outros territórios a estados já constituídos. Assim, o território de Rio Branco se transformou no estado de Roraima e o território de Guaporé transformou-se no estado de Rondônia. O território de Ponta-Porã foi reintegrado ao Mato Grosso e este, por sua vez, dividido em dois, dando origem ao Mato Grosso do Sul. O território do Iguaçú deixou de existir, sendo sua porção ao norte do Rio Iguaçú reanexada ao Paraná, e a porção ao sul do mesmo rio anexada a Santa Catarina. O estado de Goiás foi subdividido, e deu origem ao Tocantins. A essa altura, já havia 30 anos que a capital federal fora transferida do Rio de Janeiro para Brasília, sendo esta constituída como Distrito Federal numa pequena porção ao leste do estado de Goiás. O território de Fernando de Noronha passou a fazer parte do estado de Pernambuco. Recentemente, em plebiscito, os paraenses votaram contra a divisão de seu estado. Há diversos projetos para divisão de outros estados, mas nenhum levado adiante como no caso do Pará.


REFERÊNCIAS:
https://www.youtube.com/watch?v=6JugVFF3SM0
https://www.youtube.com/watch?v=GQ_HmV6GPkY
http://rubensman.blogspot.com.br/2012/10/evolucao-territorial-do-brasil.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Para Que Serve o Carimbo

O nome e a função do carimbo foram usados pela primeira vez, na época da escravidão, quando homens e mulheres de cor de pele negra eram sequestrados e levados para a América, na qual a identificação para que ficasse claro que eles eram escravos era uma marca a ferro, na qual foi chamada de carimbo.
Na época, os carimbos eram feitos de metal e em formato artesanal, eram muito grandes e não eram práticos. Tempos depois, o carimbo é renovado em Portugal, onde é criado um modelo móvel e feito em grande proporção, onde passa a ser além de móvel, leve e levando uma almofada de tinta, que garantia uma quantidade maior da mesma, tornando em geral, o carimbo mais prático.

Para que serve o carimbo:

Serve para validar um documento dando-lhe mais autenticidade.
Serve para legitimar a assinatura, e dar ênfase na investidura no cargo de quem assina.
Serve para indicar quem assume a responsabilidade sobre um documento.
Tem função de comprovar a integridade e irrefutabilidade do documento.
O carimbo serve para o reconhecimento, prova ou atestado de autenticidade de um documento.


sábado, 12 de agosto de 2017

FACULDADES, CENTROS UNIVERSITÁRIOS E UNIVERSIDADES

Universidade
As universidades devem oferecer, obrigatoriamente, atividades de ensino, de pesquisa e de extensão (serviços ou atendimentos à comunidade) em várias áreas do saber. Elas têm autonomia e podem criar cursos sem pedir permissão ao MEC.

As federais são criadas somente por lei, com aprovação do Congresso Nacional. As particulares podem surgir a partir de outras instituições como centros universitários.

Os requisitos mínimos são os seguintes:
Um terço do corpo docente, pelo menos, deve ter título de mestrado ou doutorado. Quanto maior a titulação dos professores, mais tempo de pesquisa e mais experiência para transmitirem aos estudantes.

Um terço do professorado deve ter contrato em regime de tempo integral - esses são os profissionais que costumam oferecer maior dedicação à instituição. Quando um docente é contratado para poucas aulas, normalmente, tem menos tempo para atender os universitários e para desenvolver projetos de pesquisa e extensão.

Desenvolver, pelo menos, quatro programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) com boa qualidade - um deles deve ser de doutorado.

Centro universitário
Os centros universitários, assim como as universidades, têm graduações em vários campos do saber e autonomia para criar cursos no ensino superior.
Em geral, são menores do que as universidades e têm menor exigência de programas de pós-graduação. No entanto, há algumas regras que eles precisam cumprir:
Ter, no mínimo, um terço do corpo docente com mestrado ou doutorado.
Ter, pelo menos, um quinto dos professores contratados em regime de tempo integral (observe que o percentual é menor do que o exigido nas universidades).

Faculdade
As faculdades são instituições de ensino superior que atuam em um número pequeno de áreas do saber. Muitas vezes, são especializadas e oferecem apenas cursos na área de saúde ou de economia e administração, por exemplo.
Outra diferença para os centros universitários e universidades é a seguinte: quando uma faculdade pretende lançar um curso, ela tem de pedir autorização do Ministério da Educação - ou seja, não tem autonomia para criar programas de ensino. Contudo, as faculdades devem cumprir uma exigência: O corpo docente tem de ter, no mínimo, pós-graduação lato sensu - normalmente menores do que os mestrados e doutorados.

Fonte: https://vestibular.uol.com.br/ultnot/2010/03/09/faculdade_centro_universitario_universidade.jhtm


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

BIOMAS BRASILEIROS

Um bioma é um conjunto de tipos de vegetação que abrange grandes áreas contínuas, em escala regional, com flora e fauna similares, definida pelas condições físicas predominantes nas regiões.

Esses aspectos climáticos, geográficos e litológicos (das rochas), por exemplo, fazem com que um bioma seja dotado de uma diversidade biológica singular, própria.

No Brasil, os biomas existentes são (da maior extensão para a menor): a Amazônia, o cerrado, a Mata Atlântica, a Caatinga, o Pampa e o Pantanal.



Este vídeo apresenta algumas considerações sobre vida, dando enfoque às interações entre os seres vivos e o ambiente como sendo uma de suas características. O personagem Zeca é um adolescente brasileiro que "curte" percorrer o país e pesquisar/aprender, seja por meio dos livros ou conversando com os habitantes dos lugares que visita. A partir da sua narração, descrevendo estes locais, o conceito Bioma vai sendo trabalhado. São mostradas ainda as modificações que os Biomas sofrem, suas conseqüências e ações para a sua conservação. Pegando uma carona com Zeca você vai descobrir que o Brasil possui fauna e flora riquíssimas.








Conheça cada bioma do Brasil




quarta-feira, 9 de agosto de 2017

RECURSOS MINERAIS

Chamamos de recursos minerais as concentrações de minério disponíveis na natureza ou ainda aquelas substâncias inorgânicas que são extraídas da terra e podem ser usadas como matéria prima.

Esses recursos podem ser metálicos, como o estanho, o ferro e o cobre, por exemplo, ou não metálicos, como o mármore, o calcário e o quartzo.
No planeta, existem muitos recursos minerais que podem ser encontrados em estado puro, como a prata e o ouro, por exemplo, mas em sua maioria, são encontrados associados a outros minerais, sendo necessária a divisão para a extração da matéria prima desejada.
E os recursos minerais não metálicos envolvem alguns como carvão mineralpetróleo, água, amianto, cascalho, argila, areia, nitratos, fosfatos, enxofre, cloreto de sódio, entre outros.

Existem ainda os recursos minerais energéticos, que podem ser usados para a produção de energia elétrica, mecânica ou calorífica, como por exemplo o petróleo, o urânio, o carvão, o gás e o xisto, entre outros.


Esses recursos minerais são usados como matéria prima para a fabricação de diversas coisas, desde objetos usados por nós diariamente e bastante simples, como um pote de plástico, por exemplo, até veículos, foguetes espaciais, entre outros.
A extração dos recursos minerais causa alto impacto no meio ambiente e danifica diretamente o solo, a vegetação, as florestas, a biodiversidade, a água e por fim o próprio homem. 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

PATRONO DA ESCOLA ENGENHEIRO MARIO SALLES SOUTO


A foto ao lado é do Engenheiro Mario Salles Souto, nascido no Rio de Janeiro no dia 02 de outubro de 1884, prestou serviços de grande importância ao progresso e desenvolvimento das ferrovias da antiga Sorocabana, posteriormente Ferrovia Paulista S.A.  FEPASA , atualmente CPTM. Tendo este  um cargo de grande importância, Diretor da Companhia em 1937 com brilhantismo, atuou como engenheiro de obras civis e ferroviárias. Além de engenheiro, Mário foi arquiteto formado pela Politécnica de São Paulo. Faleceu solteiro no dia 13 de agosto de 1945, em São Paulo.


Em 1945 doou em agosto deste mesmo ano um terreno onde foi construída uma Escola de primeiro grau e que hoje faz parte do patrimônio histórico da cidade formando muitos alunos. As imagens ao lado fazem referência a inauguração da escola e sua fachada frontal em 2017. 




O logo da escola Engenheiro Mario Sales Souto é representado por um escudo muito parecido com aqueles que foram usados na tradição medieval. Todo o desenho inserido sobre o escudo recebe o nome de brasão, ou seja  - imagens/desenho colocado na posição frontal que representa defesa e harmonia. A imagem acima representa a deusa do panteão grego Palas Atena, deusa da sabedoria e justiça. No centro o nome da escola abreviado em siglas. Logo abaixo a imagem de um capelo/canudo (diploma) que representa o sucesso acadêmico. Desta forma faz menção daqueles que ingressaram na vida escolar e de tantos outros que estudaram na Escola Engenheiro Mario Salles Souto. As cores predominantes são vinho, cinza e branco. São as mesmas usadas no uniforme escolar. Texto de autoria do Professor Ademir Jr./Especialista em Educação.

A Escola Engenheiro Mario Sales Souto está localizada no centro de Carapicuíba, bem ao lado da Praça das Bandeiras. Atualmente possui alunos matriculados de todos os bairros da cidade e atende aos ciclos EF I, EF II e EJA. 



Referências
http://escolaengenheiro.blogspot.com.br. Acesso em 31 jul 2017.
http://www.estacoesferroviarias.com.br/c/carapic.htm. Acesso em 31 jul 2017.
http://fsoutoneto.blogspot.com.br/2011/07/visconde-de-souto-ascensao-e-quebra-no.html. Acesso em 31 jul 2017.
https://ihgb.org.br/revista-eletronica/artigos-455/item/108270-visconde-de-souto-fazenda-bela-vista-e-capela mayrink.html. Acesso em 31 jul 2017.
http://blogdogiesbrecht.blogspot.com.br/2010/12/confusa-historia-de-carapicuiba.html. Acesso em 31 jul 2017.
https://franciscosoutoneto.files.wordpress.com/2011/12/1956a1959-014-600p.jpg. Acesso em 31 jul 2017.
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0102z14f18.htm. Acesso em 31 jul 2017. 


quinta-feira, 11 de maio de 2017

DIVERSIDADE CULTURAL

Através de uma compilação de fotos que mostra as diferentes culturas e estilos de vida, o setor de Midiaeducação produziu um pequeno vídeo para abordar, em sala de aula, o tema "Diversidade Cultural".

sábado, 29 de abril de 2017

ZONAS CLIMÁTICAS

O Clima

O Clima é constituído por um certo número de elementos que o caracterizam. Entre os principais, temos, a temperatura e a precipitação, a insolação, a humidade, a nebulosidade, a pressão atmosférica e o vento. O clima é determinado por um certo número de fatores que o condicionam. Entre os principais temos a latitude, a altitude, a proximidade ao mar (também denominada continentalidade), as correntes marítimas, a orientação das massas do relevo, a natureza do solo e o tipo de vegetação e a exposição geográfica das vertentes.
Da imensa combinação possível entre elementos determinados pelos factores, resulta uma miríade de tipos climáticos. A estes correspondem à superfície da Terra uma série de regiões climáticas.


IMAGEM 1 



IMAGEM 2




IMAGEM 3




IMAGEM 4




IMAGEM 5


IMAGEM 6


IMAGEM 7



Entrevista com Eric Hobsbawm


O QUE É GEOGRAFIA


domingo, 9 de abril de 2017

Publicações brasileiras na perspectiva vigotskiana

1. Obras de Vigotski publicadas no Brasil: VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

VYGOTSKY, Lev S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1987.

VYGOTSKY, Lev S.; LURIA, Alexandr R.; LEONTIEV, Alexis N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem (coletânea de textos). São Paulo: Ícone, 1988.

 VYGOTSKY, Lev S.; LEONTIEV, Alexis; LURIA, Alexandr R. Psicologia e pedagogia: bases psicológicas da aprendizagem e do desenvolvimento. São Paulo: Moraes, 1991.

VYGOTSKY, Lev S.; LURIA, Alexandr R. Estudos sobre a história do comportamento: o macaco, o primitivo e a criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

VYGOTSKY, Lev S. Teoria e método em psicologia. São Paulo: Martins Fontes, 1996. VIGOTSKI, Lev S. Psicologia da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

Publicações de Piaget no Brasil

Livros e artigos

PIAGET, Jean. O Direito à Educação no Mundo Atual. In: ______. Para Onde Vai a Educação? Trad. Ivette Braga. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974. p. 31-90.
PIAGET, Jean. A Construção do Real na Criança. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 360p.
PIAGET, Jean. A Epistelomogia Genética; Sabedoria e Ilusões da Filosofia; Problemas de Psicologia Genética. In.: Piaget. Traduções de Nathanael C. Caixeiro, Zilda A. Daeir, Celia E.A. Di Pietro. São Paulo: Abril Cultural, 1978. 426p. (Os Pensadores).
PIAGET, Jean. A Epistemologia Genética e a Pesquisa Psicológica. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1974.
PIAGET, Jean. A Epistemologia Genética. Trad. Nathanael C. Caixeira. Petrópolis: Vozes, 1971. 110p.
PIAGET, Jean. A Equilibração das Estruturas Cognitivas. Problema central do desenvolvimento. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
PIAGET, Jean. A Evolução Intelectual da Adolescência à Vida Adulta. Trad. Fernando Becker e Tania B.I. Marques. Porto Alegre: Faculdade de Educação, 1993. Traduzido de: Intellectual Evolution from Adolescence to Adulthood. Human Development, v. 15, p. 1-12, 1972.
PIAGET, Jean. A Formação do Símbolo na Criança. Imitação, jogo e sonho, imagem e representação.Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1971.
PIAGET, Jean. A Linguagem e o Pensamento da Criança. Trad. Manuel Campos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1959. 307p.
PIAGET, Jean. A Linguagem e o Pensamento da Criança. Trad. Manuel Campos. São Paulo: Martins Fontes, 1986. 212p.
PIAGET, Jean. A Noção de Tempo na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, [s.d.].
PIAGET, Jean. A Origem da Idéia do Acaso na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, [s.d.].
PIAGET, Jean. A Práxis na Criança. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense, 1972.
PIAGET, Jean. A Psicologia da Inteligência. Trad. Egléa de Alencar. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1958. 239p.
PIAGET, Jean. A Representação do Mundo na Criança. Rio de Janeiro: Distribuidora Record, [s.d.].
PIAGET, Jean. A Situação das Ciências do Homem no Sistema das Ciências. Trad. Isabel Cardigos dos Reis. Amadora: Bertrand, Vol. I, 1970. 146p.
PIAGET, Jean. A Vida e o Pensamento do Ponto de Vista da Psicologia Experimental e da Epistemologia Genética. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1972.
PIAGET, Jean. Abstração Reflexionante: Relações lógico-aritméticas e ordem das relações espaciais. Trad. Fernando Becker e Petronilha G. da Silva, Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
PIAGET, Jean. Aprendizagem e Conhecimento. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1979.
PIAGET, Jean. Biologia e Conhecimento. Trad. Francisco M. Guimarães. Petrópolis: Vozes, 1973. 423p.
PIAGET, Jean. Conversando com Jean Piaget. Rio de Janeiro: Difel, 1978.
PIAGET, Jean. Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente. São Paulo: Pioneira, 1976.
PIAGET, Jean. Ensaio de Lógica Operatória. São Paulo: Editora Globo/EDUSP, 1976.
PIAGET, Jean. Estudos Sociológicos. Rio de Janeiro: Forense, 1973.
PIAGET, Jean. Fazer e Compreender. Trad. Cristina L. de P. Leite. São Paulo: Melhoramentos; EDUSP, 1978. 186p.
PIAGET, Jean. Gênese das Estruturas Lógicas Elementares. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 356p.
PIAGET, Jean. Inconsciente Afetivo e Inconsciente Cognitivo. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense,1972.
PIAGET, Jean. O Estruturalismo. Trad. Moacir R. de Amorim. São Paulo: Difel, 1970. 119p.
PIAGET, Jean. Piaget: O Homem e as Suas Idéias. Rio de Janeiro: Forense, 1980.
PIAGET, Jean. O Juízo Moral na Criança. São Paulo:Summus, 1994. 302 p.
PIAGET, Jean. O Julgamento Moral na Criança. São Paulo: Mestre Jou, 1977.
PIAGET, Jean. O Nascimento da Inteligência na Criança. Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 387p.
PIAGET, Jean. O Possível e o Necessário. Evolução dos necessários na criança. Porto Alegre: Artes médicas, v. 2, 1986.
PIAGET, Jean. O possível e o necessário. Evolução dos possíveis na criança. Porto Alegre: Artes médicas, v. 1, 1985.
PIAGET, Jean. O Raciocínio na Criança. Trad. Valerie Rumjanek Chaves. Rio de Janeiro: Record, 1967. 241p.
PIAGET, Jean. O Tempo e o Desenvolvimento Intelectual da Criança. In: Piaget. Rio de Janeiro: Forense,1973.
PIAGET, Jean. O Trabalho por Equipes na Escola: bases psicológicas. Trad. Luiz G. Fleury. Revista de Educação. São Paulo: Diretoria do Ensino do Estado de São Paulo. vol. XV e XVI, 1936. p. 4-16.
PIAGET, Jean. Os Estágios do Desenvolvimento Intelectual da Criança e do Adolescente. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense, 1972.
PIAGET, Jean. Para Onde Vai a Educação? Trad. Ivete Braga. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. 89p.
PIAGET, Jean. Prefácio. In: AEBLI, Hans. Didática Psicológica: Aplicação da psicologia de Jean Piaget. São Paulo: Ed. Nacional; Ed. USP, 1971.
PIAGET, Jean. Problemas de Psicologia Genética. In.: Piaget. Trad. Célia E.A. di Piero. Rio de Janeiro: Forense, 1972. 157p.
PIAGET, Jean. Psicologia e Epistemologia: Por uma teoria do conhecimento. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1973. 158p.
PIAGET, Jean. Psicologia e Pedagogia. Trad. Dirceu A. Lindoso; Rosa M.R. da Silva. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1970. 182p.
PIAGET, Jean. Sabedoria e Ilusões da Filosofia. Trad. Zilda A. Daeir. São Paulo: Difusão Européia, 1969. 200p.
PIAGET, Jean. Seis Estudos de Psicologia. Trad. Maria A.M. D’Amorim; Paulo S.L. Silva. Rio de Janeiro: Forense, 1967. 146p.
PIAGET, Jean. Tratado de Psicologia Experimental: A inteligência. Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Forense, v. 7, 1969.
PIAGET, Jean. Piaget. São Paulo: Abril Cultural, 2. ed., 1893. Col. Os Pensadores.
PIAGET, Jean; INHELDER, Bärbel. A Psicologia da Criança. Trad. Octavio M. Cajado. São Paulo: Difel, 1968. 146p.
PIAGET, Jean; INHELDER, Bärbel. Memória e Inteligência. Trad. Alexandre R. Salles. Rio de Janeiro: Artenova, [s.d.]; Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1979. 410p.
PIAGET, Jean; INHELDER, Bärbel. O Desenvolvimento das Quantidades Físicas na Criança. Conservação e atomismo. Trad. Christiano M. Oiticica. Rio de Janeiro: Zahar. 1970. 359p.
PIAGET, Jean; FRAISSE, Paul. Tratado de Psicologia Experimental: A percepção. Trad. Eliseu Lopes. Rio de Janeiro: Forense, v. 6, 1969.
PIAGET, Jean; FRAISSE, Paul. Tratado de Psicologia Experimental: Aprendizagem e memória. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Forense, v. 4, 1969. 300p.
PIAGET, Jean; FRAISSE, Paul. Tratado de Psicologia Experimental: História e método. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Forense, v. 1, 1969. 188p.
PIAGET, Jean; FRAISSE, Paul. Tratado de Psicologia Experimental: Linguagem, comunicação e decisão. Rio de Janeiro: Forense, v. 8, 1969.
PIAGET, Jean; FRAISSE, Paul. Tratado de Psicologia Experimental: Motivação, emoção e personalidade. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Florense, v. 5, 1969.
PIAGET, Jean; FRAISSE, Paul. Tratado de Psicologia Experimental: Psicofisiologia do comportamento. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Forense, v. 3, 1969. 163p.
PIAGET, Jean; FRAISSE, Paul. Tratado de Psicologia Experimental: Psicologia social. Rio de Janeiro: Florense, v. 9, 1970.
PIAGET, Jean; FRAISSE, Paul. Tratado de Psicologia Experimental: Sensação e motricidade. Trad. Agnes Cretella. Rio de Janeiro: Florense, v. 2, 1969. 158p.
PIAGET, Jean; MEYLAN, Louis; BOVET, Pierre. Edouard Claparède: A escola sob medida e estudos complementares sobre Claparède e sua doutrina. Trad. Maria Lúcia E. Silva. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1973. 246p.
PIAGET, Jean; SZEMINSKA, A. A Gênese do Número na Criança. Trad. Christiano Monteiro Oiticia. Rio de Janeiro: Zahar, 1971. 331p.
PIAGET, Jean; et alii. A Tomada da Consciência. Trad. Edson B. de Souza. São Paulo: Melhoramentos e EDUSP, 1977. 211p.
PIAGET, Jean; et alii. Educar para o Futuro. Trad. Rui B. Dias. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1974. 110p.
PIAGET, Jean; et alii. Problemas de Psicolingüística. Trad. Alvaro Cabral. São Paulo: Mestre Jou, 1973. 252p.

  • A relação acima foi organizada por Lino de Macedo e Mário Sergio Vasconcelos (maio de 1996).
  • A relação abaixo, por Paulo Francisco Slomp.

PIAGET, Jean. Some impressions of a visit to soviet psychologists. In: International social science bulletin. 1956, vol. 8, p. 393-396. Redigido em francês sob o título de “Quelques impressions d’une visite aux psychologues soviétiques”, 1956.
PIAGET, Jean. The child and modern physics. In: Scientific American. 1957, vol. 196, no 3, p. 46-51.
PIAGET, Jean. A evolução intelectual entre a adolescência e a maturidadeRevista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra 5 (1): 83-95, 1971.
PIAGET, Jean. Development and learning. in LAVATELLY, C. S. e STENDLER, F. Reading in child behavior and development. New York: Hartcourt Brace Janovich, 1972.
PIAGET, Jean. A conversation with Jean Piaget and Bärbel Inhelder / by Elizabeth Hall, Jean Piaget, Bärbel Inhelder. In: Psychology today, 1970, vol. 3, p. 25-32, 54-56. Entrevista com J. Piaget p. 25-32, com B. Inhelder p. 54-56. Publicação original em língua inglesa, 1970.
PIAGET, Jean. Comments on mathematical education. [transl.: Joan Bliss]. In: Developments in mathematical education : proceedings of the 2nd International congress on mathematical education, Exeter, August 29th September 2nd, 1972 / ed.: Albert Geoffrey Howson. London : Cambridge University Press, 1973. p. 79-87.
PIAGET, Jean. Problems of equilibration. In: GRUBER, E. e VONÈCHE, Jacques. The essential Piaget. London: Routledge e Kegan Paul, 1977. pág. 838-841. (From an address by Jean Piaget to the Jean Piaget Society, Philadelphia, 1975 in Topics in Cognitive Developments, volume I, M. Appal, ed. Plenum Press, 1975. Reprinted by permission. Translated by Eleanor Duckworth.)
PIAGET, Jean. A teoria de Piaget. in CARMICHEL, Leonard. Manual de Psicologia da Criança. São Paulo: EPU, 1975. (volume 4)
PIAGET, Jean. Prefácio. in BATTRO, Antonio. Dicionário terminológico de Jean Piaget. Trad. de Lino de Macedo. São Paulo: Pioneira, 1978.
PIATELLI-PALMARINI, Massimo (org.) Teorias da linguagem, teorias da aprendizagem: o debate entre Jean Piaget e Noam Chomsky. São Paulo: Cultrix, 1983.
PIAGET, Jean. Psicologia da primeira infância. in KATZ, David. Psicologia das idades. São Paulo: Manole, 1988.
PIAGET, Jean. A representação do espaço na criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
PIAGET, Jean. A educação da liberdade. Trad. Telma P. Vinha. in Piaget: teoria e prática. Campinas: Tecnicópias, 1996. p. 201-204 (Anais do IV Simpósio Internacional de Epistemologia Genética, Águas de Lindóia, 22 a 27 de setembro de 1996) “A educação da liberdade” é uma conferência apresentada no 28º Congresso Suíço de Professores, em 8 de julho de 1944, na cidade de Berna.
PIAGET, Jean. As formas elementares da dialética. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996.